A vida não é fácil, os dias passam rápido, os compromissos aumentam, o trabalho me exige mais e, quanto tempo tenho, é o que me pergunto toda vez que alguém me lembra de algo/alguma coisa que esqueci. Admito minha falta de memória aguda. Sei que esqueço facilmente até o nome da minha mãe. Luto contra, mas é difícil de me lembrar das coisas. São sempre datas marcadas e não lembradas, livros lidos e esquecidos, compromissos pessoais olvidados. Definitivamente, tenho memória de galinha morta.
Mas tudo isso tem solução, (dizem que aqueles treinamentos para memória funcionam). Oxalá me lembrarei até das pequenas coisas!
O que me deixa assustada é essa velocidade com que o tempo passa. Lembro-me do que comi na ceia do Reveillon, e já estamos em junho. (Há certa contradição dessa frase para comigo, não é?). Iniciei a faculdade, me parece, que outro dia e no ano que vem estarei formada. A efemeridade do tempo assusta até os mais incrédulos ou cabeças-duras.
Será que isso quer nos dizer alguma coisa? Não sei, mas tenho medo...
(A mais recente sabotagem feita pela minha memória: Imprimi, no serviço, um trabalho que era para entregar hoje, e esqueci lá). PQP!

