Numa dessas conversas de cunho filosófico (!) que às vezes tenho com meu pai. Ele estava me explicando porque há pessoas más, falsas e que tentam nos causar sofrimentos.Tenho certeza, que para um pai este não é o melhor assunto a se explicar para um filho. Afinal, qual é o progenitor que quer ver sua cria sendo atingida por estes tipos de pessoas?
Em sua tentativa de me consolar “as pessoas são assim mesmo, minha filha”. Meu pai me contou sobre Santa Terezinha do Menino Jesus, uma jovem freira que para se tornar santa passou por situações terríveis, provocadas por pessoas de seu conhecimento, que a fizeram sofrer muito e a passar por inúmeras provações dentro e fora do convento em que vivia. Porém, ela oferecia todo seu martírio em sacrifício à gloria de Deus, aliás, seu único e verdadeiro tesouro.
Há muitos relatos de milagres e graças alcançadas por fiéis através de Santa Terezinha.
Enquanto esteve viva ela aceitava todas as provações com serenidade, pois sabia que a justiça “dos céus” seria sua recompensa. E foi!
Após muitos anos de sua morte, duzentos padres e outros tantos curiosos foram ao local onde havia sido enterrado seu corpo. Assim que os pedreiros abriram o túmulo, um fortíssimo cheiro de rosas se exalou pelo local, podendo ser sentido por todas as pessoas que lá estavam. Para quem não sabe, a grande marca de Terezinha são as rosas: toda pessoa que receber uma rosa – não importando de quem seja ou de como veio – após ter realizado a novena dela com muita fé, pode ter certeza: este é o sinal de que sua graça foi atendida.
A história de Santa Terezinha carrega consigo muitos mistérios e uma linda lição de amor ao próximo, mesmo que este lhe provoque o mal, de algum modo.





